- Ow.. Ow Jujuis... queria trocar uma idéia com vc!
- Oi, tudo bem? pode falar.. as ordens!
- Seguinte, tu poderia falar com o teu pai, é que eu quero ganhar na Mega-Sena.. será que ele não pode me ajudar?
- hmmm.. sei..sei
- Mas oh... fala pra ele que eu não vou ficar esnobe, arrogante, nem vou mandar meus amigos tomarem no cu, muito menos minha familia.. prometo que vou dar uns trocados!! entendeu?
- Hmmmm.. entendi... deixa ver o que eu consigo.
- OHHHH PAIÉÉÉÉ...
- Fala menino!
- A ABDUZIDA QUER SABER SE O SR. NÃO PODERIA AJUDA-LA A GANHAR NA MEGA-SENA... E TALS... SABE COMO É?? DAR UMA FORÇA!
- Fala pra Abduzida ir trabalhar, essa fela duma puta e parar de me encher o saco! Esse departamento não é meu.. ela que procure um dos meus santos!
- Ae Abduzida... acho que não vai rolar! Desculpa ae... foi mal!
- Nem esquenta Jujuis.. valewzão pela força.. vc foi mô Brodi!
- Tem nada não.. seu veio filho da puta, sovina!!
- EU OUVI..ABDUZIDA!!
-Glup
Já que eu não estou com meu chip de cinismo ligado, queria dizer que odeio todos vocês
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Eu gravo o programa "Saia Justa" que passa no GNT, porque nem sempre tenho tempo de assistir. Hoje bateu a vontade e vi um programa em que elas falam sobre a menina do Pará que foi encarcerada e estuprada sabe la Deus quantas vezes.
Enfim, voltei a esse assunto porque lembrei na época o que uma pessoa (?!?!) do meu convívio(?!?!!?) falou o seguinte: - Ahh para com isso!, essa menina com certeza é ladra, puta, trambiqueira. Esta acostumada.(?!?!?!?!!?!?!)
É Trauma tadinho... fizeram a mesma coisa com a sra. puta da mãe dele!
Lamentável!
Enfim, voltei a esse assunto porque lembrei na época o que uma pessoa (?!?!) do meu convívio(?!?!!?) falou o seguinte: - Ahh para com isso!, essa menina com certeza é ladra, puta, trambiqueira. Esta acostumada.(?!?!?!?!!?!?!)
É Trauma tadinho... fizeram a mesma coisa com a sra. puta da mãe dele!
Lamentável!
So vain..
Eu tenho a impressão de apenas conhecer essa música da Carly Simon. Mas nossa, essa música é tão legal! Confesso também que estou sem criatividade para escrever..logo, lembro de coisas assim..ehehe YOU'RE SO VAAAAIN, YOU PROBABLY THINK THIS SONG IS ABOUT YOU, YOU'RE SO VAAAAAAAIN..
You're So Vain
You walked into the party like you were walking onto a yacht
Your hat strategically dipped below one eye
Your scarf it was apricot
You had one eye on the mirror as you watched yourself gavotte
And all the girls dreamed that they'd be your partner
Theyd be your partner, and...
You're so vain, you probably think this song is about you
You''re so vain, I'll bet you think this song is about you
Don't you? dont you?
You had me several years ago when I was still quite naive
Well you said that we made such a pretty pair
And that you would never leave
But you gave away the things you loved and one of them was me
I had some dreams, they were clouds in my coffee
Clouds in my coffee, and...
I had some dreams they were clouds in my coffee
Clouds in my coffee, and...
Well I hear you went up to saratoga and your horse naturally won
Then you flew your lear jet up to nova scotia
To see the total eclipse of the sun
Well youre where you should be all the time
And when youre not youre with
Some underworld spy or the wife of a close friend
Wife of a close friend, and...
You walked into the party like you were walking onto a yacht
Your hat strategically dipped below one eye
Your scarf it was apricot
You had one eye on the mirror as you watched yourself gavotte
And all the girls dreamed that they'd be your partner
Theyd be your partner, and...
You're so vain, you probably think this song is about you
You''re so vain, I'll bet you think this song is about you
Don't you? dont you?
You had me several years ago when I was still quite naive
Well you said that we made such a pretty pair
And that you would never leave
But you gave away the things you loved and one of them was me
I had some dreams, they were clouds in my coffee
Clouds in my coffee, and...
I had some dreams they were clouds in my coffee
Clouds in my coffee, and...
Well I hear you went up to saratoga and your horse naturally won
Then you flew your lear jet up to nova scotia
To see the total eclipse of the sun
Well youre where you should be all the time
And when youre not youre with
Some underworld spy or the wife of a close friend
Wife of a close friend, and...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
"Autoritárias, paralisantes, circulares, às vezes elípticas, as frases de efeito, também jocosamente chamadas pepitas de ouro, são uma praga maligna das piores que podem assolar o mundo.
Dizemos aos confusos.
Conhece-te a ti mesmo, como se conhecer-se a si mesmo não fosse a quinta e mais dificultosa operação das aritméticas humanas, dizemos aos abúlicos.
Querer é poder, como se as realidades atrozes do mundo não se divertissem invertendo todos os dias a posição relativa dos verbos, dizemos aos indecisos.
Começar pelo princípio, como se esse princípio fosse a ponta sempre visível de um fio mal enrolado que bastasse ir puxando até chegarmos à outra ponta, a do fim, e como se, entre a primeira e a segunda, tivéssemos tido nas mãos uma linha lisa e contínua em que não houvesse sido preciso desfazer nós nem desenredar estrangulamentos, coisa impossível de acontecer na vida dos novelos....".
Dizemos aos confusos.
Conhece-te a ti mesmo, como se conhecer-se a si mesmo não fosse a quinta e mais dificultosa operação das aritméticas humanas, dizemos aos abúlicos.
Querer é poder, como se as realidades atrozes do mundo não se divertissem invertendo todos os dias a posição relativa dos verbos, dizemos aos indecisos.
Começar pelo princípio, como se esse princípio fosse a ponta sempre visível de um fio mal enrolado que bastasse ir puxando até chegarmos à outra ponta, a do fim, e como se, entre a primeira e a segunda, tivéssemos tido nas mãos uma linha lisa e contínua em que não houvesse sido preciso desfazer nós nem desenredar estrangulamentos, coisa impossível de acontecer na vida dos novelos....".
José Saramago
domingo, 13 de janeiro de 2008
Em Janeiro de 2002, Sergio Faria escarrou esse artigo do Drauzio Varella no seu blog Catarro Verde, com permissão de sua majestade.. o reproduzo-ooooo...(escrevi errado sim, e daí? Escrevo do jeito que eu quiser, porra. Vai encarar? heheheheh isso é dele tb!)
PRAZER COMPULSIVO
[Drauzio Varella]
PRAZER COMPULSIVO
[Drauzio Varella]
"Para o cérebro, toda recompensa é bem-vinda, venha ela de uma droga ilícita ou da experiência vivida. Sempre que os neurônios dos centros encarregados de reconhecer recompensas são estimulados repetidamente por substâncias químicas ou vivências que confiram sensação de prazer, existe risco de um cérebro vulnerável ficar dependente delas e desenvolver uma compulsão. Por isso tanta gente bebe, fuma, cheira cocaína, perde casa em jogo de baralho, come demais, faz sexo sem parar, compra o que não pode pagar e levanta peso compulsivamente nas academias. A palavra dependência vem sempre associada às drogas químicas, ao desespero do dependente para consegui-las, ao aumento da tolerância às doses crescentes e à crise de abstinência provocada pela ausência delas na circulação. A tríade compulsão-tolerância-abstinência, no entanto, não é obrigatória mesmo no caso de substâncias dotadas de alto poder de adição. A cocaína, por exemplo, droga de uso altamente compulsivo, causa síndromes de abstinência relativamente discretas, desde que o usuário não entre em contato com a droga ou com alguém sob o efeito dela. Apesar de causar dependência, a maconha muitas vezes é consumida esporadicamente, sem que o usuário apresente crises de abstinência dignas de nota. Doentes que tomam morfina para combater dores fortes, em menos de 3% dos casos, desenvolvem obsessão pelo medicamento quando as dores param.
Toda vez que o cérebro é submetido a estímulos repetitivos carregados de conteúdo emocional, os circuitos de neurônios envolvidos em sua condução se modificam para tentar perpetuar a sensação de prazer obtida. Esse mecanismo, conhecido como neuroadaptação, é arcaico. Quando a abelha penetra uma flor e sente o prazer de encontrar o alimento desejado, é liberado em seu cérebro um neurotransmissor chamado octopamina. Quando um adolescente fuma maconha ou cheira cocaína, ocorre, nas terminações nervosas de certas áreas cerebrais, aumento na concentração de dopamina. A semelhança de nomes entre ambos os neurotransmissores traduz a proximidade da estrutura química existente entre as duas moléculas. Apesar de as abelhas terem divergido da linhagem que nos deu origem há mais de 300 milhões de anos, os mediadores da sensação de prazer são quase os mesmos nas duas espécies. Na seleção natural das espécies, levaram vantagem reprodutiva aquelas que desenvolveram mecanismos de recompensa ao prazer com a finalidade de criar a necessidade de buscar sua repetição. Para o organismo, em princípio, tudo o que traz bem-estar é bom e deve ser repetido. Se não fosse assim, nós nos esqueceríamos de nos alimentar, de fazer sexo ou de procurar a temperatura mais agradável na hora de dormir.
Os estudos para entender o mecanismo de neuroadaptação em resposta aos estímulos repetitivos de prazer levam a crer que os neurônios se organizem em circuitos que convergem para estações cerebrais situadas nas proximidades dos centros que coordenam memórias e emoções. Neurônios situados nessas estações ligadas à recompensa estabelecem conexões com outros que convergem para o chamado centro da busca. Estes, quando ativados, interferem no comportamento, criando forte sensação de ansiedade para induzir o corpo a buscar a repetição do prazer. Por isso o fumante sai da cama atrás de um bar para comprar cigarro, o alcoólatra bebe no horário de trabalho e o craqueiro pede esmola para comprar a droga. Por um capricho da natureza, entretanto, a estimulação repetida do centro do prazer pode provocar ativação irreversível do centro da busca, de modo que este permanece estimulado mesmo quando o uso da droga já não traz mais prazer nenhum. Em outras palavras, o prazer repetido à exaustão pode disparar o centro da busca irreversivelmente.
É frequente entre os usuários crônicos de drogas o aparecimento de quadros persecutórios em que o dependente imagina ser perseguido pela polícia ou por algum desafeto. No caso da cocaína, da heroína, do crack, da morfina ou do álcool, não é raro surgirem alucinações em que o usuário vê bichos na parede e inimigos embaixo da cama. Nessa fase da adição, nem o dependente é capaz de entender o que o leva a tomar outra dose e a repetir experiência tão dolorosa. O centro da busca assumiu o controle; obriga o dependente a ir atrás de um prazer que não existe mais.
Esse mecanismo neuroadaptativo, associado à tolerância que o organismo desenvolve a doses crescentes de qualquer droga administrada repetidas vezes, constrói a armadilha que aprisiona tantas pessoas no inferno da dependência química. A primeira cerveja deixa o adolescente bêbado; depois de alguns anos, é preciso tomar meia dúzia para obter efeito semelhante. A primeira cachimbada de crack tira de órbita e faz o ouvido zumbir durante meia hora, mas, após alguns dias de uso, o efeito dura menos de um minuto. Pela mesma razão, todo usuário crônico de maconha se queixa equivocadamente de que não existem mais baseados como aqueles de antigamente. Em artigo publicado na revista "Science", um grupo seleto de neurocientistas mostra que, por trás do consumo de drogas, das compulsões alimentares, sexuais ou de fazer compras, da cleptomania e do vício do jogo ou de fazer exercícios exageradamente, existe um mecanismo comum de neuroadaptação.
Toda vez que o cérebro é submetido a estímulos repetitivos carregados de conteúdo emocional, os circuitos de neurônios envolvidos em sua condução se modificam para tentar perpetuar a sensação de prazer obtida. Esse mecanismo, conhecido como neuroadaptação, é arcaico. Quando a abelha penetra uma flor e sente o prazer de encontrar o alimento desejado, é liberado em seu cérebro um neurotransmissor chamado octopamina. Quando um adolescente fuma maconha ou cheira cocaína, ocorre, nas terminações nervosas de certas áreas cerebrais, aumento na concentração de dopamina. A semelhança de nomes entre ambos os neurotransmissores traduz a proximidade da estrutura química existente entre as duas moléculas. Apesar de as abelhas terem divergido da linhagem que nos deu origem há mais de 300 milhões de anos, os mediadores da sensação de prazer são quase os mesmos nas duas espécies. Na seleção natural das espécies, levaram vantagem reprodutiva aquelas que desenvolveram mecanismos de recompensa ao prazer com a finalidade de criar a necessidade de buscar sua repetição. Para o organismo, em princípio, tudo o que traz bem-estar é bom e deve ser repetido. Se não fosse assim, nós nos esqueceríamos de nos alimentar, de fazer sexo ou de procurar a temperatura mais agradável na hora de dormir.
Os estudos para entender o mecanismo de neuroadaptação em resposta aos estímulos repetitivos de prazer levam a crer que os neurônios se organizem em circuitos que convergem para estações cerebrais situadas nas proximidades dos centros que coordenam memórias e emoções. Neurônios situados nessas estações ligadas à recompensa estabelecem conexões com outros que convergem para o chamado centro da busca. Estes, quando ativados, interferem no comportamento, criando forte sensação de ansiedade para induzir o corpo a buscar a repetição do prazer. Por isso o fumante sai da cama atrás de um bar para comprar cigarro, o alcoólatra bebe no horário de trabalho e o craqueiro pede esmola para comprar a droga. Por um capricho da natureza, entretanto, a estimulação repetida do centro do prazer pode provocar ativação irreversível do centro da busca, de modo que este permanece estimulado mesmo quando o uso da droga já não traz mais prazer nenhum. Em outras palavras, o prazer repetido à exaustão pode disparar o centro da busca irreversivelmente.
É frequente entre os usuários crônicos de drogas o aparecimento de quadros persecutórios em que o dependente imagina ser perseguido pela polícia ou por algum desafeto. No caso da cocaína, da heroína, do crack, da morfina ou do álcool, não é raro surgirem alucinações em que o usuário vê bichos na parede e inimigos embaixo da cama. Nessa fase da adição, nem o dependente é capaz de entender o que o leva a tomar outra dose e a repetir experiência tão dolorosa. O centro da busca assumiu o controle; obriga o dependente a ir atrás de um prazer que não existe mais.
Esse mecanismo neuroadaptativo, associado à tolerância que o organismo desenvolve a doses crescentes de qualquer droga administrada repetidas vezes, constrói a armadilha que aprisiona tantas pessoas no inferno da dependência química. A primeira cerveja deixa o adolescente bêbado; depois de alguns anos, é preciso tomar meia dúzia para obter efeito semelhante. A primeira cachimbada de crack tira de órbita e faz o ouvido zumbir durante meia hora, mas, após alguns dias de uso, o efeito dura menos de um minuto. Pela mesma razão, todo usuário crônico de maconha se queixa equivocadamente de que não existem mais baseados como aqueles de antigamente. Em artigo publicado na revista "Science", um grupo seleto de neurocientistas mostra que, por trás do consumo de drogas, das compulsões alimentares, sexuais ou de fazer compras, da cleptomania e do vício do jogo ou de fazer exercícios exageradamente, existe um mecanismo comum de neuroadaptação.
- alô- alô... olá.. tudo bem?
- to indo.. e ai foi pra praia?
- fui sim.
- e foi com quem?
- sozinha oras!
- sozinha? cê é loka?
- não, tava com vontade de ir e fui.
- ficou muito na agua doce ne? e resolveu ir pra agua salgada. hehehe
- hehehehe. isso mesmo.
- mas e ai.. se divertiu muito?
- foi legal sim.. tava precisando.
- ahh legal. então ta bom. beijos.
- beijos.. tchau
- tchau.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Histórinhas..
Mais uma dessas bandas velhas e minhas verdadeiras descobertas.. Eu sempre soube que existia, mas nem..
Basicamenteo, o Joy Division era uma banda inglesa que até fez um certo sucesso e terminou com o suicidio de seu vocalista, Ian Curts, aos 23 anos. A banda lançou dois discos. Após a morte de Ian, os outros membros da banda chamaram uma tecladista e fundaram nada mais, nada menos que o New Order (sabe aquela do Bizarre Love Triangle..).
Eles sempre foram acusados de neo-nazistas pois Joy Division era o local que os nazistas construíram para utilizar algumas judias como escravas sexuais. New Order era como Hitler denominava como seria o mundo após o seu domínio. Além disso, parece que o tom das músicas e o corte de cabelo dos membros também lembravam..
Dizem que Ian Curtis tomava fortes remédios para controlar a epilepsia e que isso o tornava depressivo. Ademais,
De qualquer forma, dizem que a linda "Regret" do New Order pede desculpas por esse passado negro..
Love Will Tear Us Apart (Joy Division)
When routine bites hard and ambitions are low
and resentment rides high but emotions won't grow
And we're changing our ways, taking different roads
Then love, love will tear us apart again
Love, love will tear us apart again
Why is the bedroom so cold? You've turned away on your side
Is my timing that flawed? Our respect runs so dry
Yet there's still this appeal that we've kept through our lives
But love, love will tearus apart again
Love, love will tear us apart again
You cry out in your sleep, all my failings exposed
And there's tast in my mouth as desperation takes hold
Just that something so good just can't function no more
But love, love wil tear us apart again
Love, love will tear us apart again
Love, love will tear us apart again
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